INTERVENÇÃO? IMPEACHMENT? PIADA?

Nesse momento crucial da nossa história até seria mas, há outras implicaçõe
Nesse momento crucial da nossa história até seria mas, há outras implicaçõe

Cotidiano e Bem-estar

09/12/2015

Nesse momento crucial da nossa história até seria mas, há outras implicações.

Os ladinos comunistas souberam no momento certo, tirar a sua burrinha da chuva e colocar na sombra. Fizeram ou melhor, se mantiveram nas sombras, maquinando, premeditando para, no momento certo e fatídico, darem as cartas. E o fizeram com maestria, não que o suposto líder deles, o Luís Lula Inácio fosse um gênio das estratégias mas, porque ele estava cercado de mentes brilhantes que coordenaram e planejaram tudo, como dizia Chapolin colorado(?) ou melhor, "o Seu Explicadinho", um personagem humorístico da tv, nos seus mínimos detalhes.

Hoje, quando se observa inúmeros Intervencionistas clamando pelos militares, pela Intervenção das forças armadas, vem à mente, aqueles tempos bons do Regime Militar pois, mesmo que nem tudo fosse flores, pelo menos tínhamos certeza de ter certeza. Certeza de ter um bom atendimento num estabelecimento hospitalar ou qualquer outro da área da saúde; certeza de uma boa educação escolar, mesmo que não tivéssemos as fartas refeições hoje servidas nas escolas públicas. Certeza da segurança, de poder andar nas madrugadas sem o risco iminente de ser assaltado ou morto por um delinquente qualquer, de qualquer idade pois, até os menores delinquentes de hoje, protegidos por um malfadado estatuto da criança e do adolescente, antes eram recolhidos às instituições relativas e, não há recordação de motins nestes estabelecimentos como hoje em dia. Não havia esse excessivo protecionismo pernicoso.

Era um tempo relativamente bom, só não o era para os comunistas, subversivos e simpatizantes ativistas, pois estes, estes eram visados pelo serviço de inteligência ou serviço secreto das forças armadas. Estes comunistas tentavam a todo custo tomar o poder para instalar um regime comunista, aos moldes de União Soviética, China, Cuba, etc. E, afrontavam os milicos, praticando atos criminosos, assaltando, matando, sequestrando. Esses sim, eram perseguidos, presos e respondiam em tribunais militares por crimes contra a pátria. E hoje, onde eles estão?

Os intervencionistas clamam. Presumivelmente, sem razão alguma. Relembrando fatos de trinta anos passados, quando os militares resolveram entregar de vez o poder ao povo. Foi instituída a lei da Anistia Ampla, Geral e Irrestrita, pelo General Geisel, segundo se sabe e, o seu sucessor, O General João B. Figueiredo, foi o encarregado de promover o processo de abertura política. Os comunistas saem de suas tocas. E o que arquitetaram por longos anos, estava pronto para ser posto em prática.
Com a abertura política e a lei da anistia em vigor, figuras ilustres e ilustres comunistas finalmente puderam retornar do exílio, muitos desses diga-se autoexilados pois não foram diretamente sequer perseguidos pelo serviço secreto, embora seus nomes pudesse até estar entre os incluídos ou cogitados no rol dos subversivos, guerrilheiros terroristas, inimigos da nação.

A verdade é que, esses terroristas que hoje se dizem guerrilheiros que lutaram contra o que chamam de ditadura militar por uma democracia, proclamam uma inverdade histórica, sua luta nunca foi por democracia, o governo militar não era uma ditadura, apenas cumpriam o seu dever de proteger a nação destes terroristas. Quem fechou o congresso, decretando estado de sítio e cassando o presidente em exercício João Goulart, foram os parlamentares e, consequentemente e posteriormente, contaram com o apoio dos militares para manter a ordem e evitar uma possível guerra civil, o que pode estar na iminência de acontecer, nos dias atuais.

Portanto, os intervencionistas acham ou devem achar que os milicos são bobos ou burros, que vão atender a qualquer gritinho histérico de um bando insatisfeito. Esquecem-se que, quando a nação realmente estava em perigo, eles entraram em cena afim de manter a ordem. Mas, quem pediu ou melhor, saiu às ruas clamando por "DIRETAS JÁ", foi um povo induzido e iludido por espertalhões, aqueles mesmos que se esconderam nas sombras, abutres vorazes, que arquitetaram e premeditaram, aguardando o momento certo de mostrar as garras. Apesar do alerta de um grande atleta, conhecido como o "rei do futebol", o famigerado Pelé, que quase foi execrado por afirmar que "O Brasileiro Não Sabia Votar".

E asim se escreve a história ou mais um capítulo da insatisfação humana. Certamente o povo tem inúmeras razões para estar revoltado com o desgoverno atual. Com os anteriores e as denúncias de corrupção em diversos setores. Mas, esse mesmo povo saiu às ruas, clamou por eleições diretas, elegeu os deputados que iriam formar a assembleia constituinte, aquela em que seria formulada uma nova constituição. Todos estavam satisfeitos pois, após anos na obscuridade, finalmente poderiam eleger diretamente os seus representantes para todas as cadeiras inclusive, eleger o seu próprio presidente da república. Isso foi a glória para aqueles que foram induzidos a se acreditar oprimidos por uma ditadura que nunca existiu.

Hoje, o que se pode observar é um povo subjugado, não ainda ao comunismo pretendido mas, a uma ditadura degradante, indigna de estar oprimindo uma nação liberta e altaneira. Olha-se para o país vizinho, e surge uma esperança, uma luz no fim do túnel. Os hermanos finalmente conseguiram pelo voto, extirpar um possível câncer bolivariano, que é como é chamado o regime totalitário pretendido por um suposto foro de São Paulo, Unasul, ou como se quiser denominar. E ainda tem um outro vizinho que amargava dias de tortura, fome e guerra civil mas, que também está a divisar essa mesma luz no fim do túnel, através de eleições diretas, que pode lhes trazer alguma esperança de mudanças, a Venezuela. Espera-se que esta luz se acenda sobre o Brasil mas, esperar que os militares intervenham, comprando uma briga de poucos, onde é previsto um banho de sangue e muitas ou talvez milhões de vidas perdidas, assim como ocorre na Síria é esperar demais.

Cada povo tem o governo que merece. Esta máxima está a ser cumprida em muitos pontos, em muitos países no mundo. É preciso pensar e repensar nos erros passados para se evitar cometê-los no presente e no futuro. Há meios e muitos de se mudar qualquer situação mas não através do sacrifício e do sangue desnecessário de uma nação. Se não há educação suficiente para se fazer mudar a mentalidade de um povo, não há como lutar contra e sim, fazer a conscientização coletiva para que todos comunguem num só propósito, num só ideal.

Temos que saber dar o troco a esses que aí estão mas, não será com Intervenção MIlitar nem com guerra civil.

Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.


José Roberto da Silva Manso

por José Roberto da Silva Manso

Técnico de enfermagem(1981); (2002)formação básica em teologia; (2005)curso de formação política pelo Inst. Álvaro Valle/PL; Roteirista/CVT-FAETEC-2013; Bacharel em teologia/Universidade da Bíblia e Faculdade Teológica Nacional/2015; Como Produzir um Curso a Distância /Portal educação 2015; MESTRADO/FacTeolNacional 2016; Curso Formação Política/UALB-UNIV.LEONEL BRIZOLA-PDT,2016;

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