Anatomia e Fisiologia Humana

O pâncreas é o órgão responsável pela produção de insulina.
O pâncreas é o órgão responsável pela produção de insulina.

Biologia

30/04/2015

O pâncreas é o órgão responsável pela produção de insulina e se localiza abaixo do estômago.

A insulina é secretada pelas células beta no pâncreas. Quando uma refeição é ingerida, a secreção de insulina aumenta e movimenta a glicose do sangue para dentro do músculo, fígado e células adiposas.

Nas células, a insulina apresenta os seguintes efeitos:

Transporta e metaboliza a glicose em energia;

Estimula o armazenamento da glicose no fígado e no músculo, na forma de glicogênio;

Estimula o armazenamento dos lipídios da dieta no tecido adiposo;

Acelera o transporte de aminoácidos (derivados da proteína da dieta) para dentro das células.

A insulina é responsável por equilibrar os níveis de glicose na corrente sanguínea, sendo a ponte de entrada de glicose na célula. O organismo necessita de energia, que é liberada através da quebra da glicose no fígado.

Quando esta conexão, célula e insulina, não funciona, ocorrem a hiperglicemia, que, se não observada e tratada, causa, em longo prazo, problemas renais, vasculares e oftalmológicos.

Existe também o hormônio glucagon, que ajuda a insulina no momento em que a pessoa está em jejum prolongado. Na falta de glicose no sangue, o glucagon estimula a quebra da glicose no fígado com o objetivo de elevar seus níveis no sangue.

A insulina é liberada no sangue, em resposta aos seus níveis crescentes de glicose, pelas células beta (Células-β) do pâncreas em resposta aos níveis crescentes de glicose nele, por exemplo, após uma refeição. A insulina habilita a maioria das células do corpo a absorverem a glicose do sangue e utilizarem-na como combustível, para a conversão em outras moléculas necessárias, ou para armazenamento.

A insulina é também o sinal de controle principal na conversão da glicose (o açúcar básico usado como combustível) em glicogênio, para armazenamento interno nas células do fígado e musculares. Níveis reduzidos de glicose resultam em níveis reduzidos de secreção de insulina a partir das células beta e na conversão reversa de glicogênio à glicose, quando os níveis de glicose caem.

Se a quantidade de insulina disponível é insuficiente, se as células respondem mal aos efeitos da insulina (insensibilidade ou resistência à insulina) ou se a própria insulina está defeituosa, a glicose não será utilizada corretamente pelas células do corpo ou armazenada corretamente no fígado e nos músculos. O “efeito dominó” são níveis altos persistentes de glicose no sangue, síntese proteica pobre e outros distúrbios metabólicos como a acidose.

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